MARIAS

Alex Bailey é um artista e performer nascido em 1986, na cidade de Bristol (UK), vive e trabalha em Viena (Aústria). Licenciado em fotografia pela University College Falmouth (2006 - 2009) e Mestrado em Artes Visuais pelo Sandberg Institute, Amesterdão (2012- 2014). Dos seus interesses e preocupações, entre várias coisas, focam-se no humor e não-humor no sentido mais alargado da palavra, algo que ele pesquisou através de práticas experimentais e processos criativos em múltiplos formatos e expressões. Em 2012 foi artista residente na South London Gallery e New Art Gallery Walsall.

Alex publicou “One and Done” e “Searching for Her”. Os seus projectos mais recentes envolvem piadas comissariadas: Humorology, representada por Galerie.International na Material Fair, cidade do México City e Poppositions Fair Brussels i.e; Fusiform Gyrus, Lisson Gallery, London, com curadoria de Raimundas Malasauskas. 

 

Eleanor Bauer é performer e criadora, cujo trabalho incide nas intersecções entre coreografia, dança, escrita, música e performance. As suas criações variam em escala e medium de modo a desafiar categorias, metodos de produção, e formas de falar sobre performance. Os trabalhos de Bauer têm circulado internacionalmente, à luz de alguma critica. Para além dos seus próprios projectos, Eleanor lecciona e escreve sobre dança, coreografia, e performance, bem como mantém colaborações com e trabalha para outros coreógrafos, artistas, compositores e directores.

De Santa Fé, Novo México, Bauer estudou na Idyllwild Arts Academy (Califórnia), tem o Bacharelato em Artes Visuais da Universidade Tisch School of the Arts (Nova Iorque), completou o Research Cycle na P.A.R.T.S. (Bruxelas), e actualmente prossegue os estudos com o Doutoramento em Coreografia na University of the Arts de Estocolmo. Foi artista residente no Kaaitheater em Brussels entre 2013-2016, co-fundadora de Nobody's Business em 2015 (www.nobodysbusiness.info), e produz o seu próprio trabalho na estrutura GoodMove vzw desde 2007 (www.goodmove.be).

Krõõt Juurak, nasceu em Tallinn em 1981, é coreógrafa e performer. Os seus trabalhos (performances, apresentações, textos, desenhos, workshops, mudanças de humor) desafiam definições fixas de coreografia e performance. Kroot estudou na ArtEz, Arnhem, EDDC, dança e coreografia em 2003, tem um Mestrado em Artes Visuais da Sandberg Institute, 2013. Tem apresentado o seu trabalho em diversos formatos em espaços como Mindaugas Triennial, Contemporary Art Center (CAC) (Vilnius, 2012); ImPulsTanz Vienna (2012); de Appel Boys School (Amesterdão, 2012); CIAP Hasselt (Bélgica, 2011); Künstlerhaus Büchsenhausen (Innsbruck, 2010); Kunsthalle Wien project space Karlsplatz (Viena, 2010); Tallinn Art Hall (2009); e deSingel (Antuérpia, 2008); entre outros.

O trablho de Krõõt tem como base a relação com realidades performativas como o desparecimento do tempo de trabalho e o tempo de lazer, produção e consumismo, intenção e chance. Todos estes elementos estão directamente ligados aos seus trabalhos, e que depois os mostra em formato de performance, apresentação, estados de espirito, textos e workshops.

Desde 2002, ela tem criado os seus próprios trabalhos. Recentemente, foi convidada no brut em Viena, juntamente com Alex Bailey, numa mostra de performances para gatos e cães apreciadores de arte.

Nos últimos 11 anos, Krõõt tem dirigido e performado em "Look Look" (com Anne Juren), "Once Upon", "Burning Down the House" (com Laura Kalauz), "A Text is a List of Effects (com Ralo Mayer), "Ride the Wave Dude" (com Marten Spangberg), "Presentation", "The Place of the Grave", "Animal Show" (com Alex Bailey). 

Colabora em outros projectos como EVERYBODYS, Multiplex Fiction e Chicks on Speed.

http://www.kr66t.wordpress.com

http://www.performancesforpets.net/

 

Sandra Araújo é uma artista visual que passou infindáveis horas a disparar sobre monstros e a deambular através de labirintos. Portanto, foi apenas natural que ela desenvolvesse, através de um processo experimental e explorativo, a cultura visual dos videojogos e dos ficheiros gif nas suas animações. Ainda joga videojogos old school.

http://s-ara.net/

Tânia Dinis

1983, de Vila Nova de Famalicão. Vive e trabalha no Porto.

Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes do Porto, 2015. Licenciatura em Estudos Teatrais, Ramo – Interpretação pela ESMAE em 2006.

Realizou a curta documental/experimental Não são favas, são feijocas em 2013, Arco da Velha em 2015, vídeo-instalação Linha em 2016 e Teresa e Laura em 2017.

Fez parte do colectivo de artistas DAS PLAST V PJS, no âmbito do projecto - Algumas razões para uma arte não demissionária de Eduarda Neves, 2014/2015 e integra o projecto Correspondências de Eduarda Neves em 2015/2017. Participou em festivais e projectos em Portugal, Espanha, Inglaterra, EUA, Brasil, México, Chile, Argentina, Austrália e os seus projectos artísticos exploram os universos da performance, cinema, vídeo – fotografia e instalação, assumindo frequentemente um carácter itinerante 

Tem nos últimos anos trabalhado a partir de imagens de arquivo de família– fotografias, filmes – pessoais ou anónimas, criando a partir delas novos objetos.

Colaborou em projectos da Cia – Excessos, Brasil e com a Útero Associação Cultural. Integrou a FAMEP | I Jornadas FOTOGRAFIA E ARQUIVO da ESAP em 2014.

Integrou o júri de longas-metragens do 17º Festival Lusobrasileiro de Santa Maria da Feira e em 2016 no Curta Oito – Festival Internacional de Super 8 em Curitiba, Brasil.

No cinema trabalhou como actriz com: Jorge Quintela, Rodrigo Areias, Pedro Bastos, Paulo Abreu, Pedro Flores, Rita Azevedo Gomes, Pedro Ludgero, Edgar Pêra, João Brochado, Susana Neves e André Gil Mata. No teatro com Luís Mestre, António Durães, Marcos Barbosa, Ana Luena, Nuno Preto, Rodrigo Santos, Inês Vicente, Joana Morães e Diogo Dória.

http://taniasofiadinis.wixsite.com/tania

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